Luzes piscam nas varandas, som de papéis que se rasgam e laços que se ajustam. As mesas se esticam, ganhando lugares extras e toalhas guardadas para momentos raros. O tempo parece desacelerar, onde o "depois" finalmente se torna "agora". Estranhos trocam sorrisos rápidos nas calçadas, parece que o estresse diminui.
É o ensaio de um abraço mais demorado, a celebração do que permanece quando o ano se despede. Não se diz o nome da data, mas sente-se uma esperança antiga: a de que, sob o brilho de uma estrela ou de uma lâmpada comum, ninguém precise caminhar sozinho!
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